Arquivo da categoria ‘Blá, blá, blá’

Enquete

Tentei colocar uma enquete aí na barra lateral, mas não deu certo. Se alguém tiver dicas de um bom serviço gratuito de enquetes pela internet, serão bem-vindas.

Um freio na indústria de multas

A história se repete em quase todas as capitais e, também, em muitas cidades do interior. Com a municipalização da gestão do trânsito, muitas prefeituras foram rápidas na criação de departamentos, secretarias, agências, guardas municipais, gangues ou seja lá que nome dão ao contingente de “agentes municipais de trânsito”.

Em tese, a função desses servidores seria auxiliar no gerenciamento do trânsito cada vez mais caótico de nossas cidades. Mas o que acontece na prática?  Muito se tornaram meros aplicadores de multa, numa escala assustadora.

Em Vitória-ES, as multas por uso de celular lideram o ranking de infrações. Só tem um detalhe: são muitos os relatos de motoristas contestando isso. Tem gente que jura de pé junto que foi multado sem razão. Mas pode ser que a coisa passe a ser mais controlada. Tramita na Câmara dos Deputados o projeto de Lei 4004/2008, de autoria do deputado Dr. Ubiali,  que alteria o Código de Trânsito Brasileiro e passa a exigir que o motorista multado assine o auto de infração. A única exceção aceita é a comprovação da infração por equipamento eletrônico (ou seja, foto ou vídeo).

Até que enfim alguém se tocou que cabe ao Estado provar que o condutor cometeu uma infração, e não o contrário, como vem sendo feito. O link para o projeto está aqui.

Virundum

Todo mundo sabe o que são virunduns… Não sabem? Bem, basicamente, virundum é quando alguém não conhece a letra de uma música e troca alguma parte por palavras ou apenas sons que se parecem, mas que não tem nada a ver com o texto original. Fica aquela coisa estranha, sem sentido, mas geralmente muito, muito engraçada. A própria gíria “virundum” surgiu de um erro comum dos brasileiros… Como vagabundo não sabe cantar o hino nacional, sempre surge um “Virundum Ipiranga margens plácida…”. Quer saber mais sobre virundum, visite www.virundum.com

Well… Feitas as devidas explicações, parece que alguém se preocupou com o fato de muitos de nossos atletas (seria errado dizer a maioria?) não conhecerem a letra do Hino Nacional. Por isso, a Aracruz Celulose presenteou o Comitê Olímpico Brasileiro com 700 livretos com a letra do hino e uma pequena explicação sobre a letra e sua mensagem.

A iniciativa é boa e é legal ver uma empresa ter esse tipo de preocupação. Mas temo que seja um tapa buraco… E digo isso porque as pessoas deveriam aprender o hino no ensino fundamental. Participar de uma delegação olímpica sem conhecer o hino do país deveria ser, em minha opinião, motivo de vergonha. Mas claro que essa geração, já educada em escolas contaminadas pelo vírus da esquerdopatia, não poderia crescer sabendo o que é hastear a bandeira e executar hino nacional na escola. Claro que não… Isso é coisa de reacionário, milico, gente de direita. Nossos educadores pop-cabeça-gente-fina-pós-modernos-libertários jamais aceitariam uma atitude reacionária dessas. Nessa terra de botocudos esquerdopatas (créditos simultâneos para Aluisio Amorim e Adailton Persegonha), legal é cantar samba, funk, hip hop (pois é, para essa turma o hip hop, produto genuinamente norte-americano, que ajuda as gravadoras multinacionais a faturar milhões, é aceito como paradigma de expressão social e das minorias…). Hino nacional, nem pensar.

Mas que isso não tire o brilho da iniciativa da empresa, que começou distribuindo os exemplares da cartilha entre seus funcionários. E que, apesar de tudo, possamos ouvir o nosso hino nacional algumas vezes em Pequim!

Enfim, no ar

E finalmente estamos no ar. Tudo porque o nome “incorreto”, escolhido para este blog, já estava ocupado nos serviços mais populares, como Blogger e afins. Ruim, porque mostra que nosso nome não é nada original. Bom, porque descobri que o sistema do WordPress é muito melhor que os outros!

Então, é isso. A partir de agora, esse humilde espaço é nosso ponto de encontro. Puxe uma cadeira, peça uma gelada, desligue o celular e vamos botar o dedo na ferida. Porque aqui, nenhum assunto é proibido (exceto aqueles que eu decidir que são! hahaha).

Afinal, democracia é isso. Pelo menos, aqui no Brasil…